09 fevereiro, 2010
A TERRA A QUEM A TRABALHA
06 fevereiro, 2010
MAIS UM PARA AUMENTAR A ENORME LISTA
Cruz Vermelha de Beja vai ter novas instalações.
Mais um com Marca CDU
O sonho deve começar a tomar forma este ano, as novas instalações da CVP em Beja serão construídas na Colina do Carmo, num lote de terreno cedido pela Câmara de Beja", vamos lá completar a informação com a verdade uma vez que o mesmo foi cedido pelo anterior executivo - CDU - pelo que ainda muito a tempo de contribuir para a realização deste sonho dos responsáveis, dos utentes e familias beneficiárias.
HOSTES ANTICOMUNISTAS IRRITADAS
Porque o mesmo anticomunismo que vos cega, também vos entorpece mais ainda o unico neurónio de que dispõem?
A reacção refletida nos comentários por vós deixados, e o ódio é de tal maneira que ao repetirem-se sublinham-no, vai ficar para que todos saibam exactamente aquilo que valem, aliás vocês valem pelas vossas acções e aí estão elas clarinhas como a água!
Para além do desafio deixado anteriormente, agora têm mais este, vamos lá responder.
E já agora e em jeito de adenda fica aqui a prova do que foi dito aqui .
BAIXO NÍVEL
"05/02/2010 - 00h22\
" Independente \
" Façam o favor os leitores de fazer o seguinte juizo político e de gestão da cedência de 1 autocarro camarário :
- Transporte de crianças ( c/ idades de 6 a 10 anos ), em horário escolarou
- Transporte de trabalhadores da administração pública para irem a uma manifestação a Lisboa
Qual a decisão a tomar no presente?
Porque no passado recente sabia-se qual era !"
Mais uma vez lançam-se suspeições sem fundamento, gratuitamente, de muito baixo nível, porque se serve de uma coisa que são crianças para justificar o quê exactamente?
Então aqui fica o desafio ao Sr. Independente, diga lá claramente aos bejenses quantas vezes ficaram os meninos, sem transporte escolar porque o executivo anterior cedeu o mesmo para manifestações, diga quantas vezes foi prioridade para o executivo anterior a cedência para os fins que refere em detrimento das crianças, no seu comentário malicioso e revelador de alguém que pura e simplesmente não tem berço e aquilo que o move não é a determinação de fazer algo por esta cidade mas sim um ódio mortal aos comunistas.
Vá diga-nos lá depois de consultar os serviços de transporte da autarquia quantas vezes esta situação se verificou no mandato anterior.
Idiota, cuidado com os erros ortográficos, são mais que muitos!
04 fevereiro, 2010
A VERDADE QUE BEJA DESCONHECE
Posições politicas dos eleitos CDU na Câmara de Beja. Reunião de 20/01/2010
Assunto: Centro Comercial Vivaci
Através de noticias veículadas pela comunicação social, particularmente a Rádio Pax, que pela postura quase se transformou no órgão oficial da Câmara, tivemos conhecimento de declarações atribuídas ao Presidente da Câmara de que o projecto do Vivaci estava num ‘impasse’ e que o executivo anterior não resolvera questões ‘º pendentes’…! Solicitar ao Presidente quais os aspectos que estavam no impasse e que tinham sido desbloqueados.
De imediato desmentiu que tivesse feito aquelas declarações à Rádio Pax pondo em causa a seriedade da Rádio (por acaso estava na reunião uma jornalista dessa Rádio). Acabou por dizer que tinha sido feita uma reunião com o investidor para fazer o ponto da situação e, confrontado com o historial feito por nós acabou por considerar que para trazer investimento para o concelho era necessário alguns apoios da Câmara, o que nos leva a considerar que estarão a ser eventualmente consideradas ‘facilidades’ em áreas que em situações normais seriam da responsabilidade do investidor e que este já tinha aceite realizar com o anterior executivo.
De seguida, na integra a declaração que fizemos:
Sobre este assunto e para que não restem dúvidas queremos deixar a seguinte posição e esclarecimento:
1º - Foi preparado (e assinado) um protocolo onde estava claro o ritmo e o modo de desenvolvimento do empreendimento, incluindo as contrapartidas exigidas que se traduziam essencialmente na melhoria das acessibilidades à zona e arranjos exteriores na envolvente, sendo incluído na negociação, mediada pelo Município, entre os demais interessados em instalar-se na zona, a construção da nova rotunda;
2º - O facto de, nas negociações havidas com o Município, ter sido afirmado pelo promotor que o começo das obras estaria dependente da venda dos espaços comerciais, tendo inclusivamente o promotor comunicado que foi estabelecido um plafond mínimo de venda (cerca de 70%) a partir do qual havia segurança para dar início ao investimento (á data o promotor tinha asseguradas vendas na ordem dos 45% - resumir-se-iam no essencial aos espaços ancora);
3º - Desde Janeiro de 2009 que esteve disponível na Secretaria do Departamento Técnico, para ser levantada pela empresa, a licença para início das escavações e nunca, até final do anterior mandato, foi levantada! Na última reunião com o Executivo anterior o promotor indiciou claramente, para além dos problemas ligados à venda dos espaços, a conjuntura económica e outras da mesma ordem, nunca questões processuais…
A segunda questão relaciona-se com o facto de se ter constituído uma "via aberta" entre os técnicos do empreendedor e os técnicos do Município para tornar célere todo o processo de licenciamento, inclusivamente procedeu-se à alteração do Plano de Pormenor que abrange aquele espaço, para permitir que fosse possível a ocupação na zona abrangente do respectivo plano com actividades comerciais, pois inicialmente estava previsto só para actividades industriais. O Plano de Pormenor foi revisto em tempo record.
Dúvidas e objecções como o estacionamento, levantadas pela CCDRA e a entidade sectorial de licenciamento, também foram ultrapassadas por empenhamento do Executivo e dos respectivos técnicos.
Mas tudo em cumprimento da legalidade. Com os técnicos e responsáveis de contacto do VIVACI, sempre houve um diálogo aberto e directo com o Executivo anterior e técnicos.
Perante a realidade que descrevemos, surge a 3ª questão. Porque é que aparece agora esta notícia e as declarações atribuídas ao Presidente?
Só pode haver duas ou talvez três explicações plausíveis:
1º - A notícia é mero foguetório, sem qualquer tipo de consistência ou conteúdo, apenas para mostrar que o novo Executivo aparentemente está a mexer, a trabalhar, mesmo que não esteja a fazer nada… (o que é perfeitamente normal com o que nos tem habituado este novo Executivo)!;
2º A venda dos espaços comerciais atingiu o plafond de segurança estabelecido pelo empreendedor a partir do qual a margem de certeza permitiria iniciar as obras do projecto;
3º Os compromissos assumidos com o anterior Executivo não estão a ser cumpridos, podendo tal situação significar menos custos para o empreendedor o que permite igualmente iniciar as obras.
Se esta hipótese se concretizou, significa que os interesses do Município, e por seu intermédio os interesses da comunidade (contribuintes), não foram ou estão a ser acautelados, cabendo ao Município fazer obras que seriam da responsabilidade do promotor.
Investimento sim, mas não a qualquer preço, sobretudo em áreas comerciais cujo balanço entre benefícios e custos sociais tem de ser devidamente avaliado, questão que ocorreu quando o Executivo cessante estabeleceu o quadro de contrapartidas.
Mais, se for esta terceira hipótese podem estar em cima da mesa outro tipo de comportamentos e procedimentos que para além de porem em causa os interesses do município podem configurar outras práticas, graves, que nos abstemos neste momento de classificar no concreto.
Assunto: Funcionamento do armazém e Parque de materiais
Este assunto surge também na sequência de declarações na comunicação social (Rádio Pax) por parte do Presidente da Câmara que punham em causa não só a honestidade do anterior executivo mas também dos funcionários da autarquia, tal a ambiguidade das afirmações.
Esta a posição que deixamos na reunião de Câmara:
Depois de confrontados com as notícias na Comunicação Social e as declarações de algum modo facciosas e parciais, solicitámos, como se sabe, tendo-se concretizado na quarta-feira passada, uma ida ao Parque de Materiais na qual fomos acompanhados pela Vereadora Cristina Valadas.
Em primeiro lugar estranhamos o conteúdo do relatório (elaborado pelo mesmo Revisor Oficial de Contas que assinara outro em 2008, com observações importantes mas com um conteúdo substancialmente diferente onde até era valorizada a boa organização e arrumação do armazém);
No novo relatório são atribuídas ao responsável do armazém declarações que, ainda que tenham sido feitas), - o que não pudemos confirmar já que no dia da nossa visita o mesmo não se encontrava lá, facto que estranhamos e que não pode ser atribuído ao mesmo já que temos conhecimento que foi a Vereadora que lhe deu indicação para se ausentar embora tenha sabido atempadamente da nossa visita - aparecem claramente descontextualizadas, com o objectivo de levar a interpretações vagas e a equívocos. São exemplos concretos:
- o controle sobre os consumos das viaturas não está a ser feito! É um absurdo o novo Executivo aproveitar esta questão atribuindo críticas ao anterior quando se sabe que esse controle deixou de ser feito pelo facto do novo Executivo não ter renovado o contrato ao funcionário que garantia as funções e não o substituiu…!
- obras fictícias… uma desonestidade técnica e politica para se criar a suspeição e a desconfiança quando se sabe concretamente o que se trata. Sabe-se quais são as obras, os materiais utilizados em cada uma delas, etc.
- não há instrumentos de medida… Um argumento ridículo quando se sabe que os materiais a que o Relatório se refere são inertes como gravilhas, areia, etc, que mesmo nas empresas onde os vendem são habitualmente utilizados como instrumentos de medida o balde da própria máquina que os carrega.
- com frequência existem roubos … uma afirmação que não pudemos confirmar com a responsável do armazém mas que sabemos não corresponder à verdade. O Parque de materiais da Câmara, como qualquer outro local mesmo o aparentemente mais inexpugnável está sujeito a situações desta natureza as nunca aconteceram com a força que lhe foi dada nesta noticia.
Consideramos e deixamos afirmado na reunião que este trabalho, surge com o propósito de levantar dúvidas e suspeições para criar as condições subjectivas que levem à injecção de pessoas da confiança pessoal, familiar e política, à concretização de favores partidários e pessoais do novo executivo sobrecarregando desnecessariamente alguns serviços com mais pessoal.
Assunto: Auditoria externa
Dado que na última reunião nos tinha sido dado conhecimento (depois de ter saído na comunicação social) que o Executivo encomendara uma auditoria externa quisemos saber se tinha sido feito por por ajuste directo com consulta a quantas empresas e quais foram consultadas e a quem tinha sido adjudicado o trabalho.
O Presidente informou que o trabalho já estava feito e a Vereadora informou que tinha sido a empresa que certifica as contas da autarquia, isto é, o Revisor Oficial de Contas da Câmara(ROC), o mesmo que elaborou o relatório do funcionamento do Parque de Materiais e Armazém, ‘encomendado’ também já por este Executivo.
Sobre o número de empresas contactadas e quais disse não saber pois encaminhara o assunto para os serviços e tinham sido estes a tratar das consultas.
Solicitamos a possibilidade de consultar o processo e autorização ao Chefe de Divisão da Administração e Finanças para no dia seguinte o mesmo nos ser facultado.
Manifestamos de forma inequívoca estranheza que tivesse sido atribuído ROC este trabalho até pelas dúvidas e parcialidade clara que nos deixara o Relatório feito ao armazém e funcionamento do parque de Materiais e também pelo facto de nos parecer mais transparente o serviço ser feito por alguém efectivamente externo ao funcionamento dos serviços já que algumas das observações a fazer poderão até ser atribuições do próprio ROC.
No dia seguinte dirigimo-nos aos serviços recolhendo informações sobre a forma de selecção da empresa. Voltaremos a abordar o assunto na próxima reunião de Câmara.
E voltaram efectivamente, como aqui mostramos:
Reunião de Câmara de 3/2/2010
Auditoria externa
Na última reunião (20/1/2010) foi informado pela Vereadora Cristina Valadas que o procedimento para contratação da empresa que realizou a auditoria externa tinha sido encaminhado para o serviço de compras tendo este serviço procedido à consulta das diversas empresas. Todo o trabalho tinha sido feito, como é normal e seria expectável, pelos serviços!
O que a documentação que nos foi entregue - na sequência de decisão nesse sentido da última reunião de Câmara - prova é que foi a Vereadora Cristina Valadas que estabeleceu um contacto com a empresa ainda antes de qualquer contacto com o serviço de compras. Que não foi contactada qualquer outra empresa ao contrário do que foi afirmado tanto pelo Presidente como pela Vereadora, os quais referiram apenas que não sabiam o nome das empresas mas que tinham sido contactadas mais empresas. Os dois eleitos faltaram à verdade na reunião de Câmara.
Porque não foram contactadas outras empresas, como foi aqui dito, numa perspectiva até de maior transparência e possibilidade de menos encargos para o município? Porque gastou o Município 12 mil € num processo com estes contornos?
Para os eleitos da CDU na Câmara Municipal esta é uma auditoria que parece feita por ‘encomenda’, ‘viciada’ à partida e que desmascara a falta de transparência e quais os verdadeiros objectivos da maioria PS na Câmara: denegrir a imagem do anterior executivo e com isso conseguir a proeza, cada vez mais difícil, de esconder a imagem de incompetência e incapacidade da actual maioria em lidar com os problemas do concelho e a gestão do dia a dia do município.
Suspensão de Estágios na Alentejo XXI, Câmara Municipal e Associação Portas do Território
Os Vereadores da CDU questionaram o Presidente sobre o desenvolvimento deste processo tendo o mesmo reafirmado que a entidade responsável pelos estágios é a Alentejo XXI e não a Câmara Municipal. Adiantou no entanto que como Presidente da Alentejo XXI fez contactos com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tendo sido informado que a auditoria estava concluída e lhe tinha sido transmitido que caso esses estágios não possam ser retomados os estagiários seriam encaminhados para outras soluções.
Os Vereadores da CDU entendem inadmissível que a situação se mantenha por resolver há tanto tempo e que a Câmara tenha assumido uma atitude demasiado passiva relativamente a este problema expressa até quando se diz que os estágios não são da Câmara. O que é um facto indesmentível é que os mesmos foram aprovados no âmbito de um Protocolo da Câmara com a Alentejo XXI, com conhecimento do IEFP.
Aumento das tarifas de água e saneamento a cobrar pela EMAS em 2010
Face à proposta apresentada de um crescimento de 2% das tarifas para 2010 os Vereadores da CDU votaram contra justificando essa posição com os lucros que a empresa apresentou no ultimo ano, a perspectiva de crescimento oficial da inflacção ser abaixo desse valor e a perspectiva de crescimento dos salários da generalidade dos trabalhadores ser abaixo desse montante ou mesmo de congelamento.
Os eleitos da CDU consideram que o argumento de que o impacto nas famílias é reduzidíssimo, apresentado pelo Presidente da Câmara dado que mais reduzido ainda se perspectiva o crescimento salarial de muitos trabalhadores.
‘Acordo’ com Fundação Lar Nobre Freire
Nos assuntos não agendados, foi apresentada uma proposta para animação do Centro Social Lidador por parte da Fundação Lar Nobre Freire tendo os eleitos da CDU questionado o facto de se estar a pôr em causa um serviço que sempre foi feito pela Câmara. Posteriormente e após leitura mais atenta da proposta, que nem lhes foi facultada antes da reunião, dado o assunto ser bastante sensível e poder ter contornos pouco transparentes, os três eleitos da CDU enviaram, logo na tarde de dia 3, poucas horas após a reunião, uma proposta para que todo o processo relativamente a este assunto seja suspenso e agendado para a próxima reunião de Câmara para que possa ser reavaliado.
01 fevereiro, 2010
31 janeiro, 2010
O SEU A SEU DONO IV
O SEU A SEU DONO III
Gosto de os ver entusiasmados na rampa de lançamento! Temos pena mas este continua a ser da marca vermelha pelo que há que proceder-se à
Actualização de resultados, que neste momento está em
3- 0
Continua a CDU à frente!
O SEU A SEU DONO II
30 janeiro, 2010
O SEU A SEU DONO
12 janeiro, 2010
A INSUSTENTÁVEL LEVEZA
O que pretendem esconder com estas manobras de diversão?
Contem ao eleitorado da forma como estão a tratar os trabalhadores da autarquia, da pressão psicológica que sobre eles exercem diáriamente,
das humilhações a que os submetem, do ridiculo a que os expõem, das constantes violações dos locais de trabalho!
Contem ao eleitorado onde ficaram as vossas preocupações com a precariedade dos trabalhadores da autarquia e o que é que fizeram para alterar a situação?
Contem ao eleitorado do clima de desconfiança que promoveram, do clientelismo e bufismo militante que instalaram para subsistirem, para se imporem.
Contem também o que fizeram e o que fazem de equipamentos que anteriormente rejubilavam de gente, de alegria, de actividade e de vida?
Contem das prioridades em termos de intervenção, num verdadeiro - Venha a nós o nosso reino - Continuam defensores do 3 em 1 - despedimento de trabalhadores comunistas, acusar a autarquia cdu de ilegalidades, numa clara tentativa de anulação da actividade fiscalizadora da assembleia municipal maioritáriamente CDU e distrair a opinião publica de tudo o que andam a fazer.
A ver vamos!
08 janeiro, 2010
GANDA PS
05 janeiro, 2010
BEJA CAPITAL
No inicio do novo ano e a título de balanço aqui fica o resultado de 3 meses de mandato numa cidade onde a 12 de Outubro chegou " A DEMOCRACIA E A LIBERDADE".
- Uma Beja Capital de sarcófagos onde os trabalhadores da autarquia por artes mágicas foram transformados em múmias, nem uma palavra, o silêncio é ordem;
- Uma Beja Capital com edificios completamente despersonalizados, com um historial encaixotado porque havia que enterrar tudo o que cheirasse a era comunista; retiram-se dos corredores velhas vitrines onde expostas se encontravam peças doadas à Câmara Municipal de Beja por instituições, particulares e outros países com quem se mantiveram ao longo de muitos anos muito boas relações. Elas são fruto do reconhecimento do trabalho desenvolvido e do empenho de muitos homens e mulheres;
- Uma Beja Capital vazia de ideias, de trabalho e cheia de miudos que chegados ao infantário se vêm confrontados com uma playstation sem livro de instruções;
- Uma Beja Capital onde o povo serve para votar em anos de eleições porque nos restantes cheira mal e ponto final. Este ano não houve lugar ao tradicional jantar de natal na autarquia bejense com todos os trabalhadores e o executivo camarário, e a explicação mais plausível só pode ser mesmo a de que "O povo Fede" é "Brega", só assim se concebe também o fim do também tradicional fim de ano popular com espectáculo assegurado pela autarquia para que todos tivessem acesso a momentos de lazer, convivio e partilha que de outra forma não teriam. Eram espectáculos "Foleiros" assegura a casta chique aqui do burgo, mas e o que chamam então estes paladinos do bom gosto aos espectáculos patrocinados e realizados pelas queimas das fitas dos universitários, muitos deles filhos destes " pseudo intelectuais", nesta cidade onde Quins Barreiros e afins são presença constante?
_ Não vale a pena ficarem muito eriçados desejando terminar a leitura do post, para de seguida despejarem uma enxurrilhada de comentários a desculparem-se disto e daquilo por falta de dinheiro, porque isso meus meninos já foi chão que deu uvas. Uma Beja Capital da falta de vergonha - por mês passam a ser, só em cartões de crédito para o elenco governativo gastar em bombas e bexininas 6000 euros.
Para Ela 2500 € - malas, sapatos, jantares, viagens.......frasquinhos de fel, muito fel, marca Cruela
Para eles 900 € - jogos da playstation, depilações muito metrosexual.......
- Uma Beja Capital
em pleno esplendor
e em franco desenvolvimento.
31 dezembro, 2009
Não podemos esperar sentados

Minas de Aljustrel, um negócio do qual se desconhecem os contornos o que me deixa “com a pulga atrás da orelha” mas como não houve escutas nada sabemos, se houvesse saberiamos o mesmo.
A verdade é que continuam sem laborar.
A auto estrada Sines/Beja, parece que as Estradas de Portugal meteram água, ou talvez vantagens para amigos e o Tribunal de Contas chumbou o processo e claro está que nesta República de qualquer coisa o governo acha que quem está errado é o douto Tribunal.
Auto estrada em banho Maria.
O Aeroporto de Beja, agora rebaptizado de Aeroporto do Alentejo, o nome é o menos, continua a marcar passo, parece que agora é daqui a nove meses.
A melhoria da estrada Vila Real de Snato António/Beja lá continua paradissima nas imediações do Espirito Santo.
Nem o santo espirito a salva.
A Barragem de Alqueva lá continua a deixar correr àgua rio abaixo, àgua essa que os espanhóis controlam e ainda por cima poluiem a seu belo prazer.
A agricultura no próximo ano pode ser que se safe se o S. Pedro continuar generoso.
O desmprego atinge valores record na corrida de S. Silvestre.
Entretanto na Câmara de Beja onde segundo o presidente da edilidade teria chegado a liberdade ao fim de trinta e cinco anos, continua a caça às bruxas.
Beja Capital sem passagem de ano popular, com Pai Natal Azul e voador nas Portas de Mértola e uma Árvore de Natal Nua nos Paços do Concelho bem ao gosto do edil.
Valha-nos o Eurojust, pois o grande Estádio de Leiria vai ser vendido, ou não.
E "nós cá vamos cantando e rindo" à espera de D. Sebastão para terminar as obras de Santa Engrácia.
Por isso mais logo quando fôr meia noite, não se esqueçam ouçam as doze passas, formulem doze desejos, ( nós já formulámos até mais) e comam doze badaladas.
09 dezembro, 2009
VIDENTES É O QUE É
05 dezembro, 2009
DESPACHO 25916/2009
Nos termos e ao abrigo do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto -Lei n.º 322/88, de 23 de Setembro, nomeio o licenciado Artur Rodrigues Pereira dos Penedos para exercer funções de assessor do meu Gabinete, em regime de comissão de serviço.
Este despacho produz efeitos a 26 de Outubro de 2009
12 de Novembro de 2009. — O Primeiro -Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto Sousa.
32242009
SUBITAMENTE
03 dezembro, 2009
PS A POIA COMISSÃO DE COMBATE À CORRUPÇÃO PROPOSTA PELO PSD

Imagem NET
"Francisco Assis anunciou hoje que a bancada parlamentar do PS vai viabilizar a constituição de uma comissão eventual para o combate à corrupção, ideia lançada por José Pacheco Pereira e depois proposta pelo grupo social-democrata."
E porque me cheirou de imediato, tudo à mesma m.......... ao ler a noticia?
REUNIÃO DE CÂMARA DE 2 DE DEZEMBRO
Questionámos a divulgação de dados do endividamento do município que terão levado um semanário da cidade a divulgar números perfeitamente astronómicos e informações incorrectas quanto à dívida da Câmara e que se desconhece a sua origem, exigindo-se, por isso, mais rigor, isenção e seriedade por parte de quem dá as informações para a comunicação social e neste caso, também de quem as publica.
Quanto aos concursos para admissão de pessoal, questionámos a maioria sobre a intenção de dar ou não continuidade aos procedimentos em curso, já que os mesmos tinham resultado da manifestação de necessidades dos vários sectores e responsáveis da autarquia.
No que diz respeito à renovação dos contratos, questionámos sobre os critérios adoptados para a renovação ou não dos mesmos tendo sublinhado o apoio à renovação de todos os contratos.
Foram questionados os critérios adoptados para a não renovação de alguns contratos tendo a maioria PS justificado com a falta de perfil e formação técnica, nuns casos e a possibilidade de suprir necessidades com o recurso a técnicos existentes na autarquia com formação nas áreas em concreto.
Os vereadores da CDU questionaram que, sendo este o critério, se o mesmo seria mantido em futuras situações, sendo de salientar que a resposta a esta questão não desfez as dúvidas o que, de alguma forma, nos remete para as preocupações já avançadas em anterior nota de imprensa e que podem ser encaradas como “procedimentos persecutórios, em desrespeito com promessas eleitorais feitas, as quais referiam inteira disponibilidade para trabalhar com todos, reafirmadas já depois das eleições em reunião geral com os trabalhadores da autarquia.”
Manifestamos a preocupação cada vez mais alicerçada em dados concretos que nos critérios para a não renovação estejam a ser consideradas, não as necessidades do serviço, a par da competência, capacidade e perfil manifestados para a execução das funções mas questões de natureza politico partidária. Esta atitude, protagonizada especialmente pelo Presidente da Câmara, com a cumplicidade dos restantes eleitos da maioria PS pretende, entre outros motivos, cercear no futuro a luta pela garantia dos direitos dos trabalhadores.
Para evitar estas situações e garantir a transparência nas decisões solicitámos o acesso a todos os membros do Executivo da Câmara dos pareceres expressos pela estrutura hierárquica em cada caso concreto.
Questionámos ainda sobre o atraso na transferência de verbas paras as Juntas de Freguesia, relativas aos Protocolos de descentralização de competências, dado ser a primeira vez que esta situação acontece, pondo em causa o pagamento de salários e subsídio de Natal nessas instituições.
No período da Ordem do Dia, manifestámos a nossa discordância relativamente às medidas que levaram à diminuição da habitual programação da Semana de Música para o Natal e mesmo ao desaparecimento da mesma, dentro do figurino em que se realizou ao longo de 24 edições.
( Se fossem os eleitos da CDU a ter esta postura, caía o carmo e a trindade)
Por último, sugerimos o adiamento da assinatura do protocolo entre o Município, Junta de Freguesia de Santa Vitória e a empresa Mar Kayaks, Lda, e o sistema de fundo de maneio a ser usufruído pelo executivo, pelo facto das propostas apresentadas nos suscitarem algumas dúvidas.
Beja, 2 de Dezembro de 2009
Os Vereadores da CDU na Câmara Municipal de Beja
01 dezembro, 2009
QUEM TE AVISA TEU AMIGO É
No dia em que Portugal comemora um importante momento da afirmação da sua nacionalidade, 1 de Dezembro, em que se assinalam 369 anos sobre a recuperação, por via da luta, da independência e da soberania nacionais, o povo português é confrontado com um sério atentado à sua soberania e à independência do seu País com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa.
Com este novo Tratado, Portugal entra numa nova fase do processo de “integração europeia” que institucionaliza o neo-liberalismo como doutrina económica; que consolida a União Europeia como bloco económico e político de carácter imperialista, aprofundando a sua vertente militarista, e que reforça o carácter federalista e de directório de potências da União Europeia.
O Tratado de Lisboa entrará amanhã em vigor, mas o PCP reafirma hoje que tal rumo da União Europeia não é uma inevitabilidade e que os direitos sociais, laborais e nacionais, o presente e o futuro do País, dos trabalhadores e do povo português, continuam a estar nas suas próprias mãos e na sua capacidade de luta por transformações sociais que trilhem o caminho da ruptura e da mudança patriótica de esquerda que se impõe.
Neste processo de imposição do Tratado de Lisboa aos povos da Europa, Portugal será apresentado amanhã como um “vencedor”. Mas, como o PCP não se cansou de denunciar, o povo e o País perdem com este Tratado, assim como perdem os restantes povos da Europa.
Perdem porque o aprofundamento da crise estrutural do sistema capitalista e a profunda crise económica e social em que o país se encontra demonstram que são exactamente as políticas que este Tratado institucionaliza que estão na origem da crise, dos défices estruturais, da dependência e dos graves problemas económicos e sociais do nosso País. Perdem os trabalhadores e o povo português porque este tratado enquadra toda uma linha de políticas anti-sociais que garantem os lucros milionários ao grande capital à custa do desemprego em massa, do trabalho precário, do alastramento da pobreza e das desigualdades e da destruição de conquistas históricas do movimento operário na Europa.
Perde Portugal porque com este Tratado vê transferidas competências de soberania em numerosos domínios ao mesmo tempo que perde influência nos processos de decisão da União Europeia.
Para mais informação ver aqui, e não tenham medo que os môços não mordem.

